Mova-se

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Try not. Do or do not. There is no try. - Master Yoda

Hello World, bem vindo ao meu primeiro post! Esse não era o primeiro post do blog que eu tinha planejado, entretanto, essa restruturação do blog aconteceu próxima à uma data muito importante para mim. Dia 07 de fevereiro de 2019 faço dez anos que saí de Divinolândia de Minas para correr atrás dos meus sonhos. Mas antes, vou contar um pouco do meu contexto de 2009. Fique numa posição confortável, esse texto será longo, mas talvez você tire algo que valha a pena.

Em 2007, eu formei no ensino médio, algo que poucos na minha família haviam conquistado, meus pais estudaram somente até a 5ª série. Como faculdade e universidade não eram palavras que eu ouvia em casa, era algo que não fazia parte dos meus planos e eu só sabia que serviam para aprender alguma profissão. Não tinha a mínima ideia do processo de inclusão.

Em 2007, eu trabalhava como serralheiro e gostava, mas não pretendia fazer àquilo pro resto da vida. Então, dois de meus amigos saíram para estudar fora, Mara e Alan. Assim comecei a cogitar fazer o mesmo, embora a família deles era mais bem estruturada do que a minha, intelectualmente se eles conseguiram, eu também conseguiria. Comecei a procurar a entender como funcionavam as faculdades e universidades.

Em janeiro de 2009, apareceu uma oportunidade que decidiu um novo caminho para minha vida. O pai de um amigo trabalhava numa plataforma da Petrobras em Macaé e ia rolar um concurso para trabalhar como operador de máquina, se não me engano, e esse meu amigo, Bruno, e eu animamos tentar.

Eu que já me questionava até quando iria trabalhar como serralheiro, pois, embora eu gostasse do trabalho, algumas coisas me deixavam para baixo, como ser o único a ficar limpando a serralheria na sexta após o expediente. Diante da oportunidade de trabalhar na Petrobras, eu decidi que de uma forma ou outra eu iria mudar o rumo da minha vida, se eu passasse nesse processo, iria para Macaé trabalhar como “peão” lá, se não, iria dar um jeito e de ir para BH fazer um cursinho pra entrar numa faculdade particular boa, como a PUC.

Acho que cabe uma observação quanto a fazer um cursinho para entrar numa faculdade particular. Em Divinolândia, não tínhamos muitas opções de professores de determinadas matérias, uma delas era física. Um dos professores, o de física, era muito escroto. Se ele tivesse dando aula nos dias de hoje com certeza seria processado por assédio moral. Ele era formado em física por alguma universidade federal, não lembro qual. Em um determinado dia, não lembro qual foi o gatilho, ele chamou todo mundo de burro e disse que nunca iríamos entrar numa universidade federal. E isso criou em mim um sentimento de que nunca irei entrar numa universidade federal.

Algumas semanas depois saiu o resultado do processo seletivo, não passei, mas fiquei como suplente, que aliás, vai um spoiler, em 2011 me convocaram. Como não passei quando eu precisava, então bora pra BH!

Belo Horizonte

Em BH, eu tinha alguns tios e primos, mas não íntimos. Um tio e um primo aceitaram que eu morarasse com eles em Venda Nova. Lá, eu (com o dinheiro da minha mãe) iria ajudar a pagar apenas as compras da casa. Eu seria reponsável por limpar o barracão e fazer comida. Comecei a procurar os cursinhos mais baratos e acabei cursando um que na época chamava Pré UFMG. Como minha mãe já pagava o cursinho e ajudava a pagar as compras da casa, eu não queria dar mais gastos à ela, portando, eu andava 7 km todos os dias do local onde eu morava ao Pré para não pagar passagem.

Aqui vale uma observação, comecei a trabalhar aos 16 anos, fui garçom, ajudante de pedreiro, jardineiro e serralheiro. Embora ganhasse pouco, foi extremamente difícil perder minha independência financeira. Ia para o cursinho às 11h e voltava depois das 22:30, como o barracão não tinha infraestutura para estudar, eu ficava no cursinho o dia todo. Certa vez quase fui assaltado.

Para ajudar minha mãe, eu tentei encontrar um trabalho que não atrapalhasse o meu estudo. Fiz duas ou três entrevistas, até que uma oportunidade me chamou muito a minha atenção. Apareceu uma vaga para trabalhar numa pizzaria no Shopping Del Rey, trabalharia 3 dias na semana e folgava o restante da semana. Para quem estava focado em estudar era o que eu precisava. Passei na entrevista e comecei a trabalhar. Depois de já ter trabalhado em 4 profissões, essa foi a primeira vez que tive minha carteira assinada. Comecei a trabalhar e no terceiro dia não tive folga, com 5 dias trabalhando todos os dias, cobrei meu gerente e descobri que era na verdade uma vaga de trabalhador de shopping normal. Como o meu foco era passar numa universidade, pedi conta com a carteira assinada por 5 dias.

Mudança de mindset

Como falei anteriormente, vim para BH com o intuito de passar em uma universidade particular, que na época eu julgava boa. Além disso, junto à faculdade que seria no turno da noite, eu fazeria um estágio de manhã/tarde. Entretanto eu estudava num cursinho chamado Pré UFMG, onde todo mundo que eu conversava queria passar na UFMG. Novamente, surge o sentimento capaz de gerar grandes mudanças: se eles podem, eu também posso. Comecei a focar nas federais. Foda-se o vocês nunca irão passar numa federal. Agora meu foco eram as federais. Pretendia fazer UFMG, CEFET-MG e Unifei, a de Itajubá.

2009 foi o ano que o governo começou a forçar as universidades públicas a adotarem o ENEM no processo seletivo, porém era opcional adotá-lo ou não como vestibular principal. Das que eu iria tentar, somente a Unifei havia adotado o ENEM no processo seletivo, se não me engano, como primeira etapa.

O ENEM começava a ter importância nesse ano, mas ainda não ganhava destaque nos jornais e redes sociais como hoje em dia que temos os famosos “memes do atrasados”. A prova ainda era focada para pessoas que desejavam concluir o ensino médio e muitas universidades não adotaram, nesse ano, o ENEM no seu vestibular. A UFMG era uma delas que ainda tinha o antigo formato de processo seletivo. A primeira etapa tinha 64 questões e segunda etapa era específica para cada curso. Já o vestibular do CEFET acontecia em dois dias, com um vestibular também próprio.

No dia do ENEM, saí de casa com uma antecêndia que eu saía em dias normais, para o meu azar, perdi o bendito ENEM. Sobrando dois processos seletivos, o da UFMG e do CEFET.

Eu passava quase 12 horas dos meus dias no cursinho, pela primeira vez na minha vida estava aprendendo a estudar, a UFMG que me aguarde em 2010!

No meio do caminho tinha uma pedra

Achou que iria compensar a precária educação que recebeu com um ano de cursinho?

Choque de Cultura

No final de 2009, saíram os resultados dos vestibulares e não passei. Este momento está dentro os mais frustantes de minha vida. Abri mão de muita coisa, saí da minha zona de conforto que era a minha família, para no final não dá certo?! Infelizmente as coisas não são simples. Minha vontade era voltar para Divinolândia, era extremamente difícil falar para minha mãe que o dinheiro que ela havia investido em mim não tinha dado retorno. Lembro que fui a uma lan house olhar o resultado e passei o resultado para minha mãe pela internet, lembro-me que chorei na lan house. Falei com minha mãe que iria voltar, que não queria passar mais um ano gastando o dinheiro dela. Ela me tranquilizou e disse que eu poderia tentar de novo, ela conseguiria arcar com os gastos novamente e dessa vez iria dá certo. Mais calmo, decidi tentar novamente.

Em 2010, decidi fazer algumas mudanças na forma em que estudava. Foquei nas matérias que caíam na segunda etapa do meu curso na UFMG, que eram matemática e física. Também aumentei a quantidade de federais que eu iria tentar, com o intuito de também aumentar a probabilidade de ser aceito. Iria me inscrever para: UFMG, UFV (em alguns momentos era a minha preferida), UFSJ e CEFET-MG. Em 2010 apenas a UFMG havia alterado seu vestibular para o ENEM, era o início da grande mudança nas entradas de candidatos nas federais e o começo do fortalecimento do Sisu. A UFMG adotou o ENEM como primeira etapa e deixou a segunda etapa como estava.

Fazendo meu segundo ano de cursinho conheci, no cursinho, minha noiva, =)

“Every flight begins with a fall” - George R. R. Martin

Com a mudança de estratégia de estudo, somando com a maior quantidade de tentativas de vestibulares, pelo menos probabilisticamente, minhas chances eram maiores do que as de 2009, correto? Sim, correto! Em 2010, passei nas 4 federais que tentei. Primeiro passei na UFSJ, onde eu cheguei ir em São João Del Rey para realizar a matrícula e não perder a oportunidade, dia 10/02/11 saiu o resultado da UFMG, depois saiu o da UFV, onde passei na segunda chamada, o CEFET saiu bem depois, onde passei na quinta chamada.

Embora eu me pegava pensando em escolher a UFV, agora eu tinha laços em BH que era a minha namorada. Além disso, a UFMG tinha um departamento de computação que está dentre os 3 melhores do país. Decidi ficar em BH, entretanto, eu não tinha mais lugar para morar em Belo Horizinte. Meu tio havia saído da casa e meu primo estava voltando para Divinocity.

Aparece, então, uma tia paterna que eu não tinha contato há décadas. Detalhe, meus pais se divorciaram quando eu tinha 3 anos, depois disso, praticamente não tive mais contato com a minha família paterna. Minha tia morava numa favela a menos de 1 km da UFMG. Morei com minha tia por 9 meses até conseguir vaga numa moradia universitária.

A UFMG tinha a melhor assistência estudantil das federais, a FUMP cuidava dessa parte, cuidando dos restaurantes, moradias e bolsas. Passei toda a minha graduação sendo previlegiado pela FUMP, recebendo alimentação, moradia e transporte “gratuitos”.

Vou pular os detalhes do início de minha graduação, só acho válido comentar que toda a minha educação básica somada com dois anos de cursinho, não foram suficientes para me deixar totalmente apto a ir bem nos 3 primeiros semestres. Precisei procurar até psicólogos, também fornecidos pela FUMP, para me ajudar a passar por essa situação.

Faltando +-2 anos para me formar, comecei a procurar estágios e iniciações científicas. Uma multi nacional coreana estava financiando vários projetos na UFMG e acabei sendo selecionado para trabalhar em um desses, desenvolvendo métodos de sentiment analysis para dispositivos Androids. Esse projeto me rendeu co-autoria em 3 artigos científicos internacionais. Com um ano, o projeto acabou, a crise havia chegado, portanto, entrei em outro projeto de iniciação, agora eu ajudava um aluno de mestrado a desenvolver o Science Tree, um projeto que visava construir a árvore genealógica da ciência, com esse projeto publicamos mais um artigo internacional e desenvolvi minha monografia.

Mercado de trabalho ou academia?

No meu último período, eu tinha que tomar a difícil decisão de ir para o mercado de trabalho ou seguir o caminho acadêmico. Como já estava há dois anos nos laboratórios do DCC, era mais natural tentar o mestrado. Portanto, comecei a correr atrás do necessário para consegui-lo. No mestrado do DCC é avaliado sua nota numa prova de línguas, seu histórico universitário, seus artigos e suas cartas de recomendações, que são duas. Meu histórico não era algo que eu tinha orgulho, como mencionado, os meus 3 primeiros semestres foram traumatizantes, artigos eu tinha 4 internacionais, no inglês eu tirei uma nota mediana no TOEFL e meus dois orientadores, que escreveram minha cartas de recomendação, eram bem influentes no DCC, segundo os próprios minhas cchangehanges de passar eram altas. Além de passar eu necessitava de uma bolsa para sobreviver, o que era mais disputado do que o mestrado em si.

No final do semestre sai o resultado, não passei e fiquei em excedente. Aí bateu o desespero, ia formar, desempregado e sem mestrado, iria perder moradia, já que não seria mais estudante da UFMG. Tomei então uma decisão desesperada, decidir adiar minha formatura e trancar uma matéria, para ficar no próximo semestre com uma matéria que não atrapalhasse uma CLT e por conta de procurar um trabalho. Tranquei a matéria e comecei a participar dos processos seletivos. Em cada processo constatei o que os meus professores falaram na graduação toda, a UFMG nos fornece a base da computação para que possamos aprender qualquer coisa. Só que o mercado, em sua grande maioria, não quer alguém que saiba a base, mas sim algumas tecnologias específicas em que o novo funcionário entre e em pouco tempo já possa produzir. Deparei muito com isso, empresas querendo como estagiários pessoas que saibam dezenas de tecnologias e sem muita preocupação em treinar.

Embora um pouco desesperado, fui extremamente seletivo nas empresas que enviei currículo. Eram start-ups ou empresas que aparentavam serem boas de se trabalhar. Mandei currículo para umas 20 empresas, umas 5/6 me chamaram para fazer processo seletivo. Desisti de dois por achar que o que eles queriam eram um CLT que trabalhasse 6h e ganhasse um salário de estagiário. O que é MUITO comum.

Dentre as empresas que me interessei encontrava-se a Studio Sol (SS), criadora do Cifra Club, Palco MP3 e Letras. Uma conhecida da faculdade trabalhava lá, um colega havia feito processo seletivo lá e dito que a empresa era foda, além de não cobrar coisas absurdas, como algumas empresas. Me interessei, eles tinham aberto um processo seletivo bem na época em que eu procurava trabalho. Ao me inscrever, fizeram perguntas sobre algumas tecnologias que eu não conhecia, então eu desanimei e não me inscrevi. Passou-se alguns dias e todas as vezes que eu entrava no Facebook, estava a propaganda da vaga me perseguindo, um dia eu pensei: ”Foda-se, vou tentar!”. Recebi um e-mail de uma prova de lógica, onde falava que o tempo médio para fazer a prova era 30 minutos, comecei a fazer na pressa, para acabar em 30 minutos. Alguns dias depois recebi um e-mail dizendo que eu havia passado para a segunda etapa que era uma prova técnica lá na sede. Até o dia da prova eu havia aberto o e-mail que me enviaram 4 vezes, a prova seria 9 horas, sou conhecido por ser muito pontual, da minha casa à Studio Sol eu gastaria +-1h de ônibus. Acordei 6:30 da manhã, tomei meu banho de boa e fui tomar café, olhei o e-mail pela quinta vez, quando vi que eu estava enganado, a prova era 8h. Saí de casa literalmente correndo, sem tomar café da manhã, da minha casa ao ponto é +-1 km, peguei o ônibus. Liguei para a recepcioninsta avisando que iria atrasar, desci no centro de BH e subi a Afonso Pena correndo, era +-1 km para correr, cheguei na Studio 8:10. Cansado e com fome fui fazer a prova, o que me salvou foi uma barrinha de cereal que eles davam pros candidatos. Ficava a critério do candidato a escolha da linguagem de programação. Fiz a prova no tempo previsto e fui embora, confiante. Uma ou duas semanas depois me chamaram para a terceira e última etapa, uma entrevista com todos os gerentes de desenvolvimento e com o CEO, Samuel.

Em todos os processos seletivos que participei, eu estudei a empresa para chegar na entrevista preparado. Estudando a SS, vi esse vídeo que me chamou a atenção e me fez pensar: tenho que trabalhar nesse lugar!, criando um amor a primeira vista. Na entrevista, mostrei o meu potencial e ganhei uma camisa da SS, me apresentaram a empresa. Saí novamente confiante.

Passou-se alguns dias e no dia 15/02 eu recebi um e-mail dizendo que eu não havia passado. Fiquei chateado, achei que havia mandado bem na prova técnica e na entrevista, de todos os processos era o que eu mais queria e estava mais confiante. Pena, tinha que partir pra próxima.

No dia 20/02, eu recebo outro e-mail, dizendo que disponibilizaram mais uma vaga e que eu iria entrar nela. Era o que eu precisava. Estava com a auto-estima extremamente baixa, após não passar no mestrado e ser reprovado na empresa que mais queria entrar, agora eu tinha conseguido entrar!

Comecei a trabalhar dia 06/03. Uma/duas semanas depois de começar a trabalhar na SS, me ligaram do DCC, dizendo que eu havia sido selecionado para o mestrado. Como eu estava apaixonado pela SS e havia trancado uma matéria e adiado minha formatura, não tinha como entrar no mestrado. Adiei o mestrado pra 2/3 anos. Mês que vem faço dois anos na SS, a considero como uma segunda universidade. A UFMG me deu a base teórica enquanto a SS me deu e me dá a base técnica/prática.

Formei em 8 de agosto de 2017 com 5 anos e meio de curso. Fui a primeira pessoa a se formar em uma universidade da minha família. Depois que eu entrei na UFMG, minha irmã passou na UFMG duas vezes. Aprendi cedo que cerca-se de pessoas que você considera foda e inspira-se nelas é algo que te faz alcançar coisas que até então eram inalcaçáveis.

Hoje, com 10 anos de Belo Horizonte, sou formado num curso e numa universidade os quais amo; tenho uma noiva que amo; trabalho numa empresa e com pessoas que amo; tenho meu próprio apartamento, alugado, mas meu; tenho várias suculentas; tenho um cachorrinho chamado Malte, que ganhei essa semana. Não tenho nada a reclamar. Sei que eu esforçando, que saindo sempre da minha zona de conforto, me movendo, sempre evoluirei, sempre alcançarei degraus mais altos, te aconselho a fazer o mesmo, pois vale muito a pena! Mova-se, evolua-te!

Gratidão

Família

À minha mãe, por ser a mulher mais forte que já conheci, por me dar todo o suporte e ser a base para eu conquistar o que já conquistei.

Ao meu tio Geovane e meu primo Daniel, por terem me recebido em BH e ter permitido eu começar minha história nessa linda cidade.

À minha tia Lúcia, minhas prima Gabi e Stéfany, por terem me recebido sem nem me conhecer direito e por terem me ajudado enquanto eu começava a traçar minha saga na UFMG.

À minha noiva, por ser SUPER companheira, está sempre presente, sempre acreditar em mim e por ser minha fofeenha, por ter corrigido meus erros de português nesse post.

Universidade

Ao povo brasileiro, por ajudar a pagar minha universidade, sendo que em sua grande maioria nunca irão desfrutar desse benefício.

À FUMP, por me auxiliar durante toda a minha graduação, fornecendo moradia, alimento e transporte.

Aos professores Fabrício e Laender, por terem me dado a chance de participar dos seus projetos científicos.

Ao Vitor, Nivaldo, Renan, Sorriso(vulgo Roberto Belles), Túlio, Lídia e Lucas, por terem feito da minha caminhada na UFMG mais divertida. Não pretendo perder contato com vocês.

À UFMG, sua lindja, nunca me senti tão em casa e nunca amei um lugar como amo essa universidade. Obrigado por ter lapidado o homem e profissional que sou hoje.

Studio Sol

Ao Sam, por ter acreditado em mim mesmo quando eu não mandei muito bem nas provas. Ao Gabriel, que juntamente com o Sam, ter me dado a oportunidade de entrar nessa empresa foda.

Ao time inicial do Cifra, Bela, Hugo e Vini, por ter me recebido tão bem.

Ao Lavarini, por ser esse gerente foda e humano.

À Studio Sol, por ser minha segunda universidade e por me fazer crescer profissionalmente de uma maneira exponencial.




Imagem do post: unsplash-logoSuzanne D. Williams

Terminei esse post tomando a cerveja Vesperata, da cervejaria Diamantina que ganhei do meu colega de trabalho Vinicius, valeu cara!

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